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Pare o mundo que eu quero descer ...


Raul Seixas

tentando fazer poesia
do que me arranca a Alma,
ela mesma, mesmo que seja em pranto ...

sexta-feira, 1 de abril de 2011

FUGA

E estou,

continuo neste mundo com dores, que não se esfumam, teimam em permanecer em mim

a vida, escura ou clara, se apresenta sempre, como numa roda viva, sem parar,

na escuridão percorro o caminho, mas vejo sempre umas luz à frente, só não consigo chegar a ela!

entorpeço-me, sempre, para fugir ao que me ultrapassa, e vou entorpeçendo sim, a mim, cada vez mais, sem 
deslumbrar uma saída, uma apenas que me faça sentir aquilo que realmente sou, ou quero ser e não sou!!

dói-me, deveras dói-me viver num mundo materialista, invejoso, sem amor por tudo e por todos, e isso mata-me mais um bocado, mas sigo viveno, aqui, sem possibilidades a fugas, fugas reais.













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Aquilo a que a lagarta chama fim do mundo, o homem chama borboleta.
(Richard Bach)

Somos prisioneiros da vida e temos que suportá-la até que o último viaduto nos invada pela boca adentro e viaje eternamente em nossos corpos

Raul Seixas

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