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Pare o mundo que eu quero descer ...


Raul Seixas

tentando fazer poesia
do que me arranca a Alma,
ela mesma, mesmo que seja em pranto ...

segunda-feira, 14 de junho de 2010

DESILUSÃO



desiludida

encontro-me e debato-me constantemente com a desilusão
actos, acções, palavras, sentimentos, emoções, de outros
e também meus, são,

como se este mundo não fosse reconhecido
e tudo que me desilude me quebra a alma
e sinto vontade de fugir, esconder-me, em vão

vezes sem forças sigo, como que obrigada
não entendo minha atitude, não sou eu, nada
avanço retrocendo, sempre, sem chão

e sinto saudade de um mundo
não este,
um onde sou eu, livre, na razão e pensamento
onde a alma não sente desilusão

Por: Analuz

1 comentários:

Zé alberto ("Cenas Gagas") disse...

Olá,

O seu poema sobre o desenraízamento que a desilusão instila dentro do nosso espírito, faz-me recordar as palavras dum amigo que me dizia certa vez: "nós vamos vivendo como saltando de desilusão em desilusão, tal e qual uma travessia pelo rio da vida que se faz saltando de rocha em rocha"
Gostei de ler o seu poema.

Cumpts,

Zé alberto ("Cenas Gagas")

Aquilo a que a lagarta chama fim do mundo, o homem chama borboleta.
(Richard Bach)

Somos prisioneiros da vida e temos que suportá-la até que o último viaduto nos invada pela boca adentro e viaje eternamente em nossos corpos

Raul Seixas

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