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Pare o mundo que eu quero descer ...


Raul Seixas

tentando fazer poesia
do que me arranca a Alma,
ela mesma, mesmo que seja em pranto ...

domingo, 25 de abril de 2010

ÉS



és um pouco daquilo que queria, mais daquilo que não quero, mas sigo aqui, dia após dia, contigo? apenas, sempre, sempre, sem ti!,

porque não encontro aquilo que quero, fujo, a cada dia, cada momento, em cada acto e pensamento,

na luta interior que travo, nasce dor e tormento, por vezes amor sem fim, mas foge como o fumo ao vento, e mais uma vez enfrento, tudo aquilo que nunca quiz!

e vejo o tempo correr, e choro,  mais uma vez,  por não ter coragem de seguir, seguir a verdade que grita, soa alto, e que calo, não quero, não ouso ouvir,

mas e neste tormento, dou-te asas para sonhar, e sonhas alto, feliz, mas continuas a não pensar, sequer querer saber, se sofro, ou estou morrendo, por não seres aquilo que sempre quiz

1 comentários:

Anónimo disse...

sei que tenho um feitio especial mas quero que saibas que te adoro e que es uma parte de mim.sei que nao estamos muitas em sintonia mas acho que algo forte nos une e sabes que me sinto muito bem junto a ti,embora sejas uma ferinha.beijinhos amor

Aquilo a que a lagarta chama fim do mundo, o homem chama borboleta.
(Richard Bach)

Somos prisioneiros da vida e temos que suportá-la até que o último viaduto nos invada pela boca adentro e viaje eternamente em nossos corpos

Raul Seixas

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