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Pare o mundo que eu quero descer ...


Raul Seixas

tentando fazer poesia
do que me arranca a Alma,
ela mesma, mesmo que seja em pranto ...

terça-feira, 28 de junho de 2011

Lonely





E ACOMPANHADA SEMPRE, ME SINTO, SÓ

SOU TÃO SÓZINHA,

NA RAZÃO DE ENCONTRAR-ME A MIM MESMA

SEM MIM MESMA

SÓZINHA

À PARTE, SEMPRE,

NÃO POSSO PASSAR SEM

FRIO,

PENSAR

SONHAR

E ESTEJA ONDE ESTAR

SEJA O QUE ESTEJA FAZENDO

COM QUEM ESTEJA

SINTO-ME SEMPRE SÓ, SEMPRE ...

E NÃO POSSO PARAR

DE ME DEMONSTRAR

QUE, 


NEM MESMO COMIGO CONSIGO ESTAR

E ISSO

É O QUE MAIS MATA, MAS DÓI

E SINTO FRIO

SEMPRE FRIO, DENTRO DE MIM

PORQUE, SÓZINHA

ME SINTO À PARTE

MOSTRO-ME A MIM MESMA

QUE O MEU LADO QUENTE

A PARTE VIVA DA MINHA ALMA

APAGA, APAGOU, SÓZINHA

PORQUE ME ENCONTREI SEMPRE SÓ

NA JORNADA DA MINHA VIDA

DESDE SEMPRE

E, SENDO TARDE, DEMAIS

ACREDITO

E VIVAMENTE

QUE ASSIM VOU TERMINAR

NA VIDA QUE MES RESTA

SÓ...


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Aquilo a que a lagarta chama fim do mundo, o homem chama borboleta.
(Richard Bach)

Somos prisioneiros da vida e temos que suportá-la até que o último viaduto nos invada pela boca adentro e viaje eternamente em nossos corpos

Raul Seixas

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