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Pare o mundo que eu quero descer ...


Raul Seixas

tentando fazer poesia
do que me arranca a Alma,
ela mesma, mesmo que seja em pranto ...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Divagação interior




que quero eu !!

será que o que quero, não quero?

e o que não quero, quero?

e o que sempre quiz, já nada me diz?

e que quero eu?

ser querida ou não

e porque se quero, me refugio

e não me deixo querer?

que está dentro de mim que marca tanto

que me confunde

no querer e não querer

não quero, e como quero

viver num vai-vem

num trapézio

que me atraiçoa, neste querer

não me deixa querer, querendo

e me deixa num mar enebriante de quereres que não quero

que instantes depois, quero !!

porque, assim, vivendo num mar ondulante desses quereres

para mim

para os outros, que amo

sigo um caminho que não quero, querendo

e que mais uma vez, não quero!!

e que quero eu?

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Aquilo a que a lagarta chama fim do mundo, o homem chama borboleta.
(Richard Bach)

Somos prisioneiros da vida e temos que suportá-la até que o último viaduto nos invada pela boca adentro e viaje eternamente em nossos corpos

Raul Seixas

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