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Pare o mundo que eu quero descer ...


Raul Seixas

tentando fazer poesia
do que me arranca a Alma,
ela mesma, mesmo que seja em pranto ...

domingo, 24 de julho de 2011

Porque és ..







e te sinto tão frágil


tão inocente, na vida


os teus sonhos são palácios, cheios de luz


como até ora não vi, em ninguém,


e sinto-os como sinto-os, quase meus, tão perto do que sinto, do que sempre senti


dos sonhos meus que são também palácios, neste mundo que estamos


cheio de ruínas,


e sinto-te, frágil, com medo, de tudo, de todos


mas com uma força  nascendo para ultrapassar tudo que te acorrenta

como que crescendo, meu pequenino, que eras, que és


indignado pelo que vês, pelo que os outros sentem e demonstram


e como um pássaro gozando o voo te vejo querer alcançar


como num passo de mágica,


todos os teus sonhos, o mundo que almejas


desde que nascestes


e contigo, sempre, voando, te acompanho nesses sonhos


porque o que mais quero


neste mundo, na alma, sempre


é ver-te voar ...

2 comentários:

Jonathan F.L disse...

A felicidade do outro, neste caso, é o que mais importa... Essa é a mensagem passada? :]

ANALUZ disse...

no amor de uma mãe, o que importa unicamente é a felicidade plena do filho!!

abraço

Aquilo a que a lagarta chama fim do mundo, o homem chama borboleta.
(Richard Bach)

Somos prisioneiros da vida e temos que suportá-la até que o último viaduto nos invada pela boca adentro e viaje eternamente em nossos corpos

Raul Seixas

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